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Como pode a UFPA, por seus dirigentes, sem ônus
para a instituição, rejeitar uma das áreas verdes mais belas e caras ainda
preservadas no seio da cidade, a cantada e decantada “Rocha Negra”, com 403.44 hectares e
perímetro de 9.575 metros, formando um polígono irregular de nove lados, no
bairro de Ipanema, km 7 da Rodovia Santarém–Cuiabá?!
O 8º BEC, há mais de 30 anos, recebeu grandes áreas urbanas, não edificou nada, e as mantêm até hoje, causando inveja a todos, inclusive ao município, que promoveu a doação e atualmente tenta recuperá-las para construção de equipamentos sociais.
Portanto, injustificável sob qualquer aspecto ou argumento a rejeição da doação, e o que é pior, sem a promoção do necessário debate com professores, alunos, poder público e a sociedade em geral a respeito do assunto.
Registre-se que o município desapropriou a “Rocha Negra” objetivando urgente ampliação das atividades de ensino e extensão do Campus Tapajós da UFPA, ainda na década de 90, como se extrai do Decreto nº. 221/93 – SEMAD.
Contudo, a “Rocha Negra” continua abandonada, desafiando a invasão, e a UFPA/STM apática, encolhida no seu minúsculo canto, brigando internamente por pequenos espaços físicos que já não existem, esperando que as mudanças aconteçam naturalmente, de cima para baixo.
Rejeição injustificável
19 janeiro 2012 · 23:44
O 8º BEC, há mais de 30 anos, recebeu grandes áreas urbanas, não edificou nada, e as mantêm até hoje, causando inveja a todos, inclusive ao município, que promoveu a doação e atualmente tenta recuperá-las para construção de equipamentos sociais.
Portanto, injustificável sob qualquer aspecto ou argumento a rejeição da doação, e o que é pior, sem a promoção do necessário debate com professores, alunos, poder público e a sociedade em geral a respeito do assunto.
Registre-se que o município desapropriou a “Rocha Negra” objetivando urgente ampliação das atividades de ensino e extensão do Campus Tapajós da UFPA, ainda na década de 90, como se extrai do Decreto nº. 221/93 – SEMAD.
Contudo, a “Rocha Negra” continua abandonada, desafiando a invasão, e a UFPA/STM apática, encolhida no seu minúsculo canto, brigando internamente por pequenos espaços físicos que já não existem, esperando que as mudanças aconteçam naturalmente, de cima para baixo.
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