quinta-feira, 26 de março de 2026

O riso que ofende

Nem toda “brincadeira” é inocente.

O tom jocoso não absolve a palavra quando ela agride.

A liberdade de expressão não protege o insulto travestido de humor.

Quando o riso humilha, já não é graça, é ofensa, é ilicitude.

Quem ofende, ainda que sorrindo, responde pelo que diz.

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