O que mudou com a substituição da COSANPA pela AEGEA? Na prática, quase nada. Persistem a precariedade do abastecimento e a insatisfação da população.
A diferença percebida pelo consumidor foi o aumento do preço das tarifas, inclusive com cobranças retroativas superiores a cinco anos.
Chega-se ao absurdo de cobrar de residências há muito abastecidas por poços artesianos construídos justamente em razão da escassez de água nas torneiras.
O cidadão, parte fraca na relação consumerista, paga por um serviço que muitas vezes não recebe. Nem os mortos estão sendo dispensados das cobranças.
O governo, em vez de solucionar um problema histórico, agravou uma situação que já se arrasta há décadas.
O resultado é perverso: população sem água e, ainda por cima, endividada.
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