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Sérgio Fernando Moro[3] (Maringá, 1972[4] [2] ) é um juiz federal brasileiro que ganhou notoriedade nacional[5] por comandar o julgamento dos crimes identificados na Operação Lava Jato,[6] a investigação do maior caso de corrupção já apurado no Brasil.[7] [8]
Pedro Cifuentes (26 de novembro de 2014). "O juiz que sacode o Brasil". El País. Consultado em 30 de janeiro de 2015.
"O maringaense Sergio Moro é capa da revista 'Veja'". MaringaNews. Consultado em 10 March 2016.
"Quem é o juiz que cuida dos processos que expôs esquema de corrupção na Petrobras com partidos". Zero Hora. 2014. Consultado em 5 de fevereiro de 2015.
Afonso Benites (04/07/2015). "Sérgio Moro cita Homem-Aranha: “Mais poder, mais responsabilidade” - Brasil - EL PAÍS". brasil.elpais.com. Consultado em 7 de Março de 2016.
Fernando Castro (25 de novembro de 2014). "Comissão aprova homenagens a Sergio Moro e ao Papa na Assembleia". G1. Consultado em 30 de janeiro de 2015.
Claudio Dantas Sequeira (19 de dezembro de 2014). "Sérgio Moro". Isto É. Consultado em 30 de janeiro de 2015.
"Caso Petrobras é o maior ja apurado, afirma ex-ministro". Estadão. 23 de março de 2015. Consultado em 19 de outubro de 2015.
"Sergio Moro, um ilustríssimo desconhecido". Gazeta do Povo. Consultado em 6 de março de 2016.
SALOMÃO CASTRO Cintia. Lui fa la differenza nel potere giudiziario brasiliano. In: Revista Comunità Italiana, página 28, edição 210, janeiro de 2016.
Sérgio Fernando Moro. "Currículo Lattes". Plataforma Lattes. Consultado em 4 de abril de 2015.
Gil Alessi (18 de agosto de 2015). "Na capital anticorrupção, juiz Sérgio Moro é “gente da gente”". El País. Consultado em 12 de março de 2016.
Sandra Cantarin Pacheco (24 de agosto de 2004). "Detidos na Operação Farol têm prisão prorrogada". Paraná Online. Consultado em 12 de março de 2016.
Frederico Vasconcelos (1 de Julho de 2012). "Grupo de juízes auxilia STF no julgamento do mensalão". Folha de S.Paulo, Poder. Consultado em 3 de julho de 2015.
"Juiz do Paraná é indicado para vaga de Joaquim Barbosa no STF". Gazeta do Povo. 20 de agosto de 2014. Consultado em 5 de fevereiro de 2015.
Lucas Salomão e Laís Alegretti (19/05/2015). "Senado aprova por 52 votos a 27 indicação de Luiz Fachin para o STF - Política - G1". g1.globo.com. Consultado em março de 2016.
"Os mais influentes do Brasil em 2014". Época. 12 de dezembro de 2014. Consultado em 30 de janeiro de 2015.
"Prêmio Faz Diferença presta homenagem aos destaques de 2014 em 17 categorias". O Globo. 18 de março de 2015. Consultado em 18 de março de 2015.
"Moro". www.jf.jus.br. Consultado em 7 de agosto de 2015.
"Moro". www.jf.jus.br. Consultado em 28 de julho de 2015.
Moro, Sergio (2001). Desenvolvimento e Efetivacão Judicial das Normas Constitucionais Editora Max Limonad [S.l.] ISBN 8586300799.
Moro, Sergio (2003). Legislação Suspeita? Afastamento de Presunção de Constitucionalidade da Lei; 2ª Edição Editora Juruá [S.l.] ISBN 8503625644.
Moro, Sergio (2004). Jurisdição Constitucional Como Democracia; 1ª Edição Editora Revista dos Tribunais [S.l.] ISBN 8520325297.
Interessantíssima biografia do Juiz Sérgio Moro
20 março 2016 · 01:10
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Nome completo | Sérgio Fernando Moro |
| Conhecido(a) por | comandar o julgamento dos crimes identificados na Operação Lava Jato |
| Nascimento | 1972 (44 anos)[1] Maringá, PR[2] |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Rosângela Wolff de Quadros |
| Alma mater | Universidade Estadual de Maringá Universidade Harvard |
| Profissão | Juiz federal |
Biografia
Vida pessoal
Descendente de italianos do Vêneto,[9] Sérgio Fernando Moro é filho de Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro, ex-professor de geografia da Universidade Estadual de Maringá.[6] Moro é casado e tem dois filhos.[1]
Carreira
Sérgio Moro formou-se em direito pela Universidade Estadual de Maringá em 1995, tornando-se juiz federal em 1996.[6] [5] Também cursou o programa para instrução de advogados da Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.[6] É Mestre e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná.[10] Atualmente é juiz federal da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, ministra aulas de processo penal na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e comanda a operação Lava Jato.[5]
Além da Operação Lava Jato, o juiz também conduziu o caso Banestado[11] , que resultou na condenação de 97 pessoas. Também atuou na Operação Farol da Colina,[12] onde decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro – entre eles, Alberto Youssef. No caso do Escândalo do Mensalão, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber
convocou o juiz Sergio Moro para auxiliá-la, devido sua especialização
em crimes financeiros e no combate à lavagem de dinheiro.[13]
Em 2014, Moro foi indicado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para concorrer a vaga deixada por Joaquim Barbosa no STF,[14] , porém, em 2015, a vaga foi preenchida por Luiz Fachin.[15] Foi eleito o "Brasileiro do Ano de 2014" pela revista Isto É e um dos cem mais influentes do Brasil em 2014 pela revista Época.[6] [16] Na décima segunda edição do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo, foi eleito a "Personalidade do Ano" de 2014 por seu trabalho frente às investigações da Lava Jato.[17]
Obras
Artigos publicados em periódicos
- A autonomia do crime de lavagem e prova indiciária, Revista CEJ (Brasília), v. 41, p. 11-14, 2008.[18]
- Colheita compulsória de material biológico para exame genético em casos criminais, Revista dos Tribunais (São Paulo. Impresso), v. 853, p. 429-441, 2006.
- Considerações sobre a Operação Mani Pulite, Revista CEJ (Brasília), v. 26, p. 56-62, 2004.[19]
- Competência da Justiça Federal em Direito Ambiental, Revista dos Tribunais. Cadernos de Direito Constitucional e Ciência Política, v. 31, p. 157-166, 2003.
- Por uma revisão da teoria da aplicabilidade das normas constitucionais, Revista dos Tribunais. Cadernos de Direito Constitucional e Ciência Política, v. 37, p. 101-108, 2001.
Livros publicados
- Desenvolvimento e Efetivação Judicial das Normas Constitucionais, Editora Max Limonad, 2001.[20]
- Legislação Suspeita? Afastamento de Presunção de Constitucionalidade da Lei, Editora Juruá, 2003.[21]
- Jurisdição Constitucional Como Democracia, Editora Revista dos Tribunais, 2004.[22]
- Crime de Lavagem de Dinheiro, Editora Saraiva, 2010.[23]
Referências
- Moro, Sergio (2010). Crime de Lavagem de Dinheiro Editora Saraiva [S.l.] ISBN 9788502091399.
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